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Delicada como um elefante

20
Ago18

Contos infantis de Lídia Jorge

Bárbara

Já tinha ouvido falar da autora e até tinha curiosidade de ler algum livro dela.

Por causa da bebé, proporcionou-se uma tia-avó dela emprestar os dois contos infantis que Lídia Jorge escreveu.

São contos pequenos que foram lidos para uma só sesta. Gostei mais de um do que de outro, embora ambos tenham boas morais.

 

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Sinopse:
“Romance do Grande Gatão conta a história de um gato irreverente, listado, dividido entre o afecto de duas famílias, diferentes, e da sua busca de felicidade e afirmação. É uma história de aventuras pelas noites de luar, de lutas até ao amanhecer e de feridas curadas pela amizade das crianças.
Às palavras poéticas de Lídia Jorge juntam-se as ilustrações de Danuta Wojciechowska. Um livro para guardarmos na memória e relermos vezes sem conta. O triunfo da tolerância entre pessoas, oferecido pela figura de um pequeno animal, que assim se transformou num ser grande.”

 

É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Acho que a linguagem é demasiado complexa, aliás, raramente concordo com estas recomendações.

As ilustrações também não me parecem muito apelativas a crianças, embora eu pessoalmente ache bonitas pelos tons quentes que têm.

Esta história mostra que o racismo muitas vezes tem por base o desconhecido. As pessoas nem sempre são simplesmente más. Ao terem algo em comum para lutar, acabam por se conhecer e descobrir que podem ser amigas. Também é bonito ver como as crianças são puras antes de apreenderem os preconceitos dos adultos.

 

 

”O grande voo do pardal”

4,5*

 

Sinopse:

"Henrique Gaspar possuía a casa mais linda das redondezas. Ninguém sabia onde ele ia buscar aquilo - árvores com flores cheirosas, relva lisa como carpete, uma piscina que parecia um espelho. [...] Ora certo dia de Primavera, estava ele precisamente a podar uns arbustos, quando reparou num pequeno molho de penas que se movia. Era um molhinho cinzento pousado no chão, que parecia respirar, ali mesmo junto a uma aba de roseira. [...]"
Esta é uma história, simples e bela, onde a escrita elegante e poderosa se manifesta desde as primeiras linhas. Uma pequena jóia literária com alusão a alguns dos temas que se encontram nos grandes clássicos: a amizade, a compaixão e a liberdade.”

 

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com a cidadania nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Este já me parece muito mais adequado. A linguagem é mais simples e a mensagem passa na mesma. Um homem amargurado que acaba por se afeiçoar a um animal fragilizado.

As ilustrações também são mais simples mas mais bonitas. Os tons frios fazem sentido na história.

15
Ago18

“Carta a El-Rei D. Manuel” de Pêro Vaz de Caminha

Bárbara

Este livro apareceu nos disponíveis do WinkgBooks e pediu-o por ter alguma curiosidade.

 

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Sempre tive a ideia que os portugueses tinham sido os bons colonos, ou seja, que tinham sido menos agressivos. Não entraram a matar toda a gente como os outros. Dentro da estupidez que foi a escravatura, fomos os primeiros a aboli-la.

Depois de ler o “Cadernos de memórias coloniais” fiquei com a ideia que afinal não era bem assim e fiquei com mais alguma curiosidade sobre o assunto.

Como o título indica, este livro é a carta que foi enviada ao rei com o relato da descoberta do Brasil.

O livro não é nada de especial mas foi engraçado ler o que os descobridores acharam das diferenças culturais.

28
Jul18

“Louca” de Chloe Esposito

Bárbara

Sinopse

”Louca é um thriller passado em Londres e na Sicília, no espaço de uma violenta semana de verão, e que explora os temas do ciúme e do engano, do crime e da inveja. Uma gémea não só se apodera da vida perfeita da irmã, como se dispõe a continuar a vivê-la. Alvie Knightly está muito em baixo: sem objetivos na vida e a beber demais. A sua vida é ainda pior se comparada com a de Beth, a sua irmã gémea e perfeita. Beth casou-se com um italiano lindo e rico, tem um bebé maravilhoso e sempre foi a preferida da mãe. Há muito tempo que a única coisa que as gémeas têm em comum é a aparência. Quando Beth envia um bilhete de avião à irmã para que a visite em Itália, Alvie mostra alguma relutância. Mas quando é despedida do emprego que detesta e os companheiros de casa a põem na rua, começa a mudar de ideias e a pensar na luxuosa villa de Taormina. Beth pede à irmã que troque de identidade com ela durante umas horas, para poder escapar à atenção do marido. Alvie agarra com unhas e dentes a oportunidade de viver a vida da irmã, ainda que temporariamente. Porém, quando a noite acaba com Beth morta no fundo da piscina, Alvie dá-se conta de que aquela é a sua oportunidade de mudar de vida. E, afinal, o que escondia Beth do marido? E porque é que a convidou para ir a Itália? Alvie vai descobrindo segredos e mentiras à medida que mergulha mais fundo na vida da irmã morta. E terá de fazer de tudo para conseguir suportar as suas próprias mentiras.”

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Já sabia que não o ia achar nada de especial nem ia continuar a trilogia mas até não desgostei. Tinha ouvido falar muito bem e muito mal.

Se se entender que a narradora é louca, percebe-se o baixo nível em geral e não se acha que o livro é uma porcaria. 

Se estão à procura de um triller, esqueçam... mas dá algum medo de uma pessoa que demonstra um bocadinho de instabilidade se poder tornar perigosa com as circunstâncias erradas.

A história é fluida e faz com que se queira continuar.

As referências são interessantes e tanto são de natureza popular como literária erudita.

Serviu o seu propósito de ser uma leitura “silly”.

27
Jul18

“A Morte” de Maria Filomena Mónica

Bárbara

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A Cláudia do blog “A mulher que ama livros” falou deste livro e fiquei logo com vontade de o ler. Tanto por causa da minha profissão, como por ter muitos casos de doença oncológica terminal na família, gosto de ler sobre o tema. Fico mais preparada para lidar com os doentes e suas famílias. 

 

Sinopse:

“É provável que eu morra nos próximos dez, quinze anos. Tenho filhos e netos, amei e fui amada, escrevi livros, ouvi música e viajei. Poderia dar-me por satisfeita, o que não me faz encarar a morte com placidez. Se amanhã um médico me disser que sofro de uma doença incurável, terei um ataque de coração, o que, convenhamos, resolveria o problema. Mas, se isso não acontecer, quero ter a lei do meu lado. Gostaria que o debate sobre as questões aqui abordadas, o testamento vital, o suicídio assistido e a eutanásia, decorresse num clima sereno. Mas teremos de aceitar a discussão com todos os opositores, mesmo com aqueles que, por serem fanáticos, mais repulsa nos causam. Que ninguém se iluda: a análise destes problemas é urgente.

Livro muito bem escrito e documentado.  O livro está de citações que, se quisermos, nos podem levar a outras leituras.”

 

Embora as definições sobre o tema não sejam consensuais, fiquei mais esclarecida. Apesar de ser médica e de uma especialidade que lida muitas vezes com a morte, fiquei surpreendida com alguns factos. A falta de uma lei clara tem destas coisas. Como pode nuns hospital a eutanásia passiva ser basicamente o contrário de obstinação terapêutica e portanto algo praticado muitas vezes em doentes terminais, que é a experiência que eu tenho, e noutros ser proibido? 

O livro não está isento da opinião pessoal da autora, e embora concorde com a maioria das reflexões, não se pode generalizar para a população uma vez que o nível educacional dela está muito acima da maioria. A verdade é que a maioria dos doentes nem sequer está suficientemente informado para tomar decisões mais simples, quanto mais sobre a morte.

Além disso nota-se que autora tem “berço”, quase tocando o snobe. Fiquei louca com a opinião dela sobre a lei portuguesa quanto à doação de órgãos.

11
Jul18

"As Cientistas" de Rachel Ignotofsky

Bárbara

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Sinopse:

"Recheado de ilustrações divertidas e informativas, As Cientistas destaca as contribuições de 52 mulheres notáveis nos campos da ciência, da tecnologia, da engenharia e da matemática, desde a Antiguidade até aos dias de hoje. 
Entre as pioneiras perfiladas neste livro encontram-se figuras famosas, como a primatologista Jane Goodall, e também menos conhecidas, como é o caso de Katherine Johnson, a física e matemática norte-americana que, em 1969, calculou a trajetória da missão Apollo 11 à Lua, e a portuguesa Branca Edmée Marques, que estudou e trabalhou com Marie Curie. 
As Cientistas celebra os feitos de mulheres intrépidas que desbravaram caminho para a próxima geração de engenheiras, biólogas, matemáticas, médicas, astronautas, físicas e muito mais!"

 

Este livro foi comprado pela capa, coisa que não costumo fazer. Na altura estava a ler o "Histórias de adormecer para raparigas rebeldes" e passei na montra de uma livraria e vi este livro que é lindo. Além da capa, as ilustrações são lindas. O único problema deste livro é a letra ser minúscula, que torna a leitura mais difícil.

Ao contrário do outro este não é para crianças mas sim para adolescentes por causa da gíria científica. Como o próprio título indica, este livro só fala de cientistas em vez de mulheres que se destacaram em geral. É um óptimo hino ao feminismo porque, na maioria, relata história de mulheres verdadeiramente notáveis numa altura em que era quase impossível uma mulher ser aceite na universidade. Achei muito interessante estar organizado por ordem cronológica. Consegue perceber-se a evolução histórica da entrada das mulheres na ciência. Embora hoje ainda sejamos discriminadas, a nossa vida está claramente facilitada graças a estas mulheres que desbravaram caminho.

A maioria já estava no outro livro mas gostei de saber mais e dos pormenores científicos. 

 

28
Jun18

“Antes de eu partir” - Paul Kalanith

Bárbara

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Já acabei de ler o livro há uns dias. Já mudei o número de estrelas duas vezes. Estou com alguma dificuldade em ter a certeza do que penso sobre ele. Talvez não o devesse ter lido a seguir ao “Ler mortal” porque o assunto é o mesmo só que em vez de ser a visão do médico e filho do doente oncológico e paliativo, é a visão do médico que é o próprio doente.

O livro está incompleto porque o autor morreu antes de o acabar e foi a mulher que escreveu o epílogo.

A coisa que gostava mais de realçar sobre o autor é que ele também era formado em literatura e tem uma cultura muito rica pelo que escreve muito bem.

Depois é obviamente uma história triste porque é um homem jovem que morre de cancro e em relativo pouco tempo. Deixou mulher e um bebé. Essa foi a parte que me fez confusão porque isso foi uma opção já depois de saber que ia morrer. Eles estavam quase a divorciar-se e e depois de descobrirem a doença ficam juntos e ainda por cima decidem ter um bebé. Mas quem sou eu para julgar?

Ele era interno de neurocirurgia e por isso não tem assim tanta experiência como faz crer sobre morte por cancro. O Atul Gawande é mais velho e cirurgião geral, pelo que se nota outra maturidade. 

Estava à espera de uma reflexão mais profunda sobre o que é ser um homem no auge da vida e ter de enfrentar a proximidade com a sua morte. Acaba por ser só uma descrição dos acontecimentos e a única reflexão que ele faz é de que não sabe o que decidir o que fazer da vida porque não sabe quanto tempo de vida tem. 

É um 3,5*.

19
Jun18

Caderno de memórias coloniais - Isabela Figueiredo

Bárbara

Ouvi muitas recomendações desta autora por causa do livro “A gorda”. O livro não me interessou mas a autora suscitou-me curiosidade. Decidi então ler este livro porque tenho alguma curiosidade sobre o colonialismo.

 

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Sinopse:

«O "Caderno de Memórias Coloniais" relata a história de uma menina a caminho da adolescência, que viveu essa fase da vida no período tumultuoso do final do Império colonial português. O cenário é a cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, espaço no qual se movem as duas personagens em luta: pai e filha.»
Isabela Figueiredo, in «Palavras prévias»  

«Nenhum livro restitui, melhor do que este, a verdade nua e brutal do colonialismo português em Moçambique. Até porque, como a autora refere, ele aparece envolvido pelo mito da sua mansuetude – sobretudo quando comparado, como era sempre, com o apartheid sul-africano. Mito tão interiorizado pelos próprios colonos que através dele, como por uma lente, percepcionavam a realidade de que constituíam um elemento decisivo – como considerar-se a si mesmos violentos e prepotentes no tratamento que davam aos negros? A verdade escondia-se sob a boa consciência necessária à regularidade quotidiana da vida «paradisíaca» dos brancos. Para a desenterrar era preciso ir procura-la nas sensações infinitamente vibráteis e virgens de uma menina, filha de colonos, que vivia à flor da pele o sentido mais profundo de tudo o que acontecia.»  
José Gil, in «Sobre Caderno de Memórias Coloniais»

 

No início do livro pensei em desistir porque era só palavrões. Incomoda-me que os autores portugueses praticamente só tenham duas posturas, ou usam linguagem ordinária ou eloquentíssima. Depois comecei a perceber a premissa do livro nomeadamente a crítica subjacente e a descoberta da sexualidade. Por último fiquei presa ao livro e gostei muito.

Fiquei muito chocada de descobrir que os portugueses afinal não foram asssim tão bons colonos e que em pleno século XX ainda escravizavam os negros. Como reação, os negros foram violentíssimos na altura da independência.

Começo a aperceber-me que gosto muito do género de não-ficção.

14
Jun18

Histórias de adormecer para raparigas rebeldes

Bárbara

Eu e a bebé acabámos os dois volumes.

 

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Quero que ela saiba desde sempre que pode fazer tudo. Que os rapazes não são mais capazes.

Estes livros contam 200 histórias de mulheres pioneiras, embora eu não escolhesse algumas delas. Cada uma tem direito à sua citação e ilustração. São livros muito bonitos.

A história é pequena e escrita com uma linguagem acessível aos mais pequenos mas nem sempre a escolha dos pormenores é a que eu faria.

Tem alguns erros gramaticais... Não percebo as editoras portuguesas...

Em conclusão, acho que são uma óptima ideia e estão bem conseguidos mas não são perfeitos.

 

13
Jun18

“Ser mortal” de Atul Gawande

Bárbara

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Este livro é absolutamente obrigatório para médicos que lidam com idosos e doentes terminais. 
É provavelmente o melhor livro que já li. O tema é algo que me é muito caro porque desde os tempos da faculdade que interiorizei  a parte do Juramento de Hipocrates que diz que não devemos fazer mal. Infelizmente, ainda há muitos médicos que, como diz o autor, “Vezes sem conta, nós, profissionais de saúde, infligimos feridas profundas no fim da vida das pessoas e depois ficamos a ver, sem termos consciência do mal que fizemos.”
O livro está muito bem escrito, bem estruturado e muito bem documentado.
 
 
Sinopse:
“Como é que enfrentamos o envelhecimento das pessoas que amamos? Apesar de trabalhar há anos como cirurgião, Atul Gawande só se apercebeu até que ponto estava mal preparado para lidar com a morte quando foi confrontado com a decadência do pai. Estaria o pai disposto a viver até onde fosse medicamente possível? Ou só enquanto tivesse qualidade de vida? E em casa ou num lar? O que era realmente importante? As respostas, não lhe eram dadas por uma ciência cada vez mais desumanizada. A medicina, com todos os extraordinários progressos tecnológicos, tem vindo a centrar-se cada vez mais em (apenas) manter os pacientes vivos. O coração falha? Há cirurgias, próteses e transplantes. O resto pouco importa. Na pior das hipóteses o paciente volta ao bloco operatório para nova intervenção. Esquecida fica assim a vida nos intervalos das consultas e cirurgias. No entanto, conforme defende Gawande, devemos encarar a medicina como uma forma de prolongar a qualidade de vida. Existem geriatras, lares, hospitais, unidades de cuidados paliativos que oferecem aos pacientes dignidade, auto-estima, autonomia. Provam que o fim pode ser (re)escrito de outra maneira - muito mais feliz. Leitura obrigatória para quem envelhece ou testemunha a velhice, Ser Mortal é o melhor e mais pessoal livro de Atul Gawande. Filosófico por vezes, comovente quase sempre, é a corajosa narrativa de um médico que conhece os limites da ciência, mas também o modo como ela nos pode servir melhor.”
 
 
 
09
Jun18

Livros sobre sono de bebé

Bárbara

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Sou mãe de uma bebé de 4 meses a ser amamentada em exclusivo e em tentativa de livre demanda, ou seja, estou em privação de sono. É normal? É! É agradável? Não! Não me lixem as fundamentalistas da amamentação. 

A agravar a situação eu tenho um distúrbio de sono chamado “hipersónia idiopática” que, como o próprio nome indica, me faz ter uma enorme necessidade de dormir.

Desde que a bebé nasceu, como é normal da fisiologia das mães, fiquei hiperreativa e acordo com cada movimento ou barulhinho da bebé. Mesmo com a bebé a dormir, eu não durmo. Provavelmente ainda estrago mais o sono dela porque ligo a luz para ver o que se passa e enfio-lhe a chupeta.

Decidi pôr mãos à obra e li 2 livros, o primeiro por iniciativa própria porque já tinha lido outro do autor e tinha gostado, e o segundo, por recomendação do pediatra.

O primeiro foi o “Dormir Tranquilo” escrito por Mário Cordeiro, pediatra e autor de “O grande livro do bebé”. Trata-se de um livro muito bem estruturado, com capítulos bem divididos e que pode ser consultado a qualquer momento. Ao estilo do autor, mistura a evidência científica com a sua vasta experiência com exemplos. É um óptimo livro para compreender o sono das crianças mas faltava a parte prática de como resolver a minha questão é por isso só dei 4*.

Aí entra o segundo, “10 dias para ensinar o seu filho a dormir” de Filipa Fernandes que é terapeuta de sono. É um livro que também refere alguma evidência científica e tem muitos exemplos. Mas aquilo em que se distingue é que explica como efetivamente fazer para melhorar cada problema, adaptado a cada idade. O método de 10 dias só se aplica a bebés acima dos 6 meses mas, para bebés mais pequenos como a minha, existem algumas medidas que se podem ir implementando e que se devem incutir desde o nascimento para o sono nunca chegar a ser um problema. Dei 5*.

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