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Delicada como um elefante

28
Set18

"The Poppy War" de R.F. Kuang

Bárbara

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Este livro é uma fantasia épica baseada na história das guerras do ópio na China. O mundo de fantasia é baseado nos deuses.

Fui lê-lo a achar que era um stand alone e afinal é o primeiro de uma trilogia. Odeio ficar a meio das histórias. O próximo ainda está em edição.

Adorei o livro e acredito que qualquer pessoa que goste do género o vá adorar.

O mundo vai sendo construído ao longo da ação. Apesar de a autora nos ter de ir revelando o mundo fantástico fá-lo sempre com ação a decorrer. Está sempre a acontecer qualquer coisa. 

As personagens estão muito bem construídas. São complexas e vão-se dando a conhecer à medida que a ação avança. Têm cor. Não são boas ou más. Agem de acordo com as circunstâncias. Adorei a personagem principal e os bad boys, mas não pensem que há romance. Também gostei do amigo certinho.

O livro é extremamente violento. É uma guerra, mas não só. Há genocidio, violência sexual e toxicodependência.

 Agora é desesperar até que chegue o próximo...

 

 

 

 

25
Set18

"Senhor dos Anéis" de J. R. R. Tolkien

Bárbara

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Fiz a leitura conjunta da trilogia "Senhor dos Anéis". Eu ouvi os audiobooks. Com a bebé não seria possível ler 3 calhamaços neste momento. Os audiobooks são brutais. O narrador, Rob Inglis, é genial. Consegue fazer várias vozes perfeitamente destinguiveis e sotaques. Outra vantagem é ouvir as canções em vez de as estar a ler.

Li o Hobbit há uns anos e não gostei, pelo que sempre tive medo de ler a trilogia, mas revelo já que é muito diferente.

Também não gosto dos filmes do Hobbit e adoro os da trilogia.

Na semana passada, a Mafalda do blog e canal "A outra Mafalda" dedicou-se a falar do assunto e depois disso até tenho vergonha de escrever eu alguma coisas, mas cá vai uma breve opinião.

O Tolkien é genial. Adorava conhecer toda a outra e saber mais sobre ele. Ele conseguiu criar uma obra de arte. Criou um mundo inteiro, uma mitologia, línguas... A escrita é poética. E aqui começa o meu problema porque acaba por ser mais descritivo do que eu gosto.

Acabei por adorar o primeiro livro, "A irmandade do anel", em que ele nos revela o mundo e constrói as personagens.

No segundo parece que não acontece nada a não ser descrições.

No terceiro encerra-se a história mas vai mais além a conta o que acontece depois da destruição do anel. Fiquei curiosa com esta parte mas acabou por me aborrecere um bocadinho. Uma pessoa acha que quer saber o que acontece depois do "e foram felizes para sempre" mas depois parece que é só encher chouriços.

Engraçado que tenho mais ou menos a mesma opinião sobre os filmes. Adoro o primeiro, tolero o segundo e gosto do terceiro. Devem estar mesmo bem feitos.

06
Set18

“O ano do sim” de Shonda Rhimes

Bárbara

A Ana do canal “The Phoenix Flight" recomendou este livro e eu li-o.

Adoro as séries da Shonda Rhimes nomeadamente a "Grey's anatomy".

Gosto muito de livros de não-ficção mas odeio de auto-ajuda. Não acho que este livro seja de auto-ajuda, acho mais que é bibliográfico.

Ela sabe escrever, não é só uma celebridade, ela escreve séries.

Tem uma personalidade estranha. Tem um sucesso enorme mas reconhece as falhas. É modesta mas não de uma forma falsa.

 

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Identifiquei-me bastante e adorei, mas não consigo fazer revisão dele. Por isso, vou deixar-vos as minhas frases preferidas e comentá-las:

 

"Shonda, como fazes tudo isso?

A resposta é esta: não faço.

Sempre que me vêem algures a ter sucesso numa área da minha vida, isso quase seguramente significa que estou a falhar noutra área da minha vida."

Eu odeio aquela ideia da super-mulher. Que temos de fazer das tripas coração para fazer mil e uma coisas de forma perfeita.Temos direito a falhar!

 

 

"Não sei como se passa convosco, mas os erros e os lapsos que cometi desde que sou mãe... Antes de ser mãe nada conseguia beliscar a minha confiança. Agora é estilhaçada todos os dias. Não sei o que estou a fazer. Não há manual. Não há lista de verificações. Não há ninguém para dar aulas. Estes pequenos seres humanos apanharam-me, prenderam.me atrás das linhas enimigas. Alistei-me voluntariamente, mas será que o fiz pelas razões certas?"

Agora que sou mãe, compreendo isto tão bem. Odeio a frase "quem corre por gosto, não cansa". Ser mãe é a coisa mais difícil do mundo e a sociedade não nos permite falhar nem sequer queixar.

 

"Acho que é ofensivo com a maternidade dizer que ser mãe é um trabalho.

Ser mãe não é um trabalho.

É o que a pessoa é.

Podemos deixar um trabalho. Não podemos deixar de ser mãe. As mães nunca estão de folga, nunca tiram férias. Ser mãe redefino-nos, reinventa-nos, destrói-nos e recosntrói-nos. Ser mãe exige que nos organizemos, sob pena de estragarmos a vida de outra pessoa para sempre."

Nunca concordei tanto com uma frase. Ser mãe não é um trabalho. Ser mãe obriga-nos a estar 24h por dia alerta. Do trabalho sai-se porta fora, mesmo dum absorvente como o meu que acabo por trazer muitos doentes para casa, em pensamento. E mesmo enquanto se está a trabalhar, há coisas que não exigem 100% de atenção.

 

 

"Há trinta anos, acho que devia haver mil secretárias resistindo aos chefes lá no escritório e cerca de duas mulheres de Hollyhood nesta sala. E se eu estivesse aqui, seria a servir o pequeno-almoço a essas mulheres.

Há cinquenta anos, se as mulheres quisessem reunir-se nesta sala... bem, era bom que fosse para discutir bebés ou trabalho de beneficência. As mulheres negras estariam numa sala além e as mulheres brancas estariam noutra aqui...

De então para cá... todas nós demos um salto tão incrível!"

Este livro enaltece a egualdade de género e de raça. Ela é uma mulher negra cheia de sucesso e que usou o seu poder para influeciar a América e o mundo. As personagens dela mais importantes são mulheres, negras ou não. Ela consegue mostrar como as mulheres podem ter sucesso em profissões habitualmente dominadas por homens. Sem as pessoas notarem, ela conseguiu mudar mentalidades.

Ainda assim é modesta:

"Quantas mulheres tiveram de colidir contra aquele vidro antes de a primeira fenda aparecer?"

 

 

"Sorte implica que não fiz nada. Sorte implica que algo é dado. Sorte implica que me foi dado algo que não conquistei, por o qual não trabalhei arduamente."

Ela não nasceu uma desgraçadinha, mas isso não lhe tira o mérito. Eu identifico-me muito com isto. Eu podia ter-me acomodado a muitas situações na minha vida e neste momento não teria esta vida. Ter-me-ia acomodado a escolhas muito mais fáceis. Não foi sorte, foi esforço. Não estou a falar só de estudo.

 

 

Sinopse:

"Neste grito de guerra profundamente íntimo, hilariante e comovente, uma das mulheres mais poderosas de Hollywood, a mega talentosa criadora de Anatomia de Grey e Scandal e produtora executiva de Como Defender Um Assassino revela como dizer SIM mudou a sua vida e como também pode mudar a sua. 
Esta comovente, íntima e hilariante autobiografia explora a vida de Shonda antes do seu Ano do Sim -da sua infância algonerd, preenchida com livros e amigos imaginários, até à sua dedicação à criação de personagens televisivas que refletiam o mundo que via à sua volta. E relata a sua vida depois do iníciodo seu Ano do Sim -quando Shonda se obrigou a sair de casa e a subir ao palco; quando aprende a dizer sim à sua saúde e saiu das sombras para o sol; quando aprendeu a explorar, fortalecer, aplaudir e amar o seu eu mais verdadeiro."

03
Set18

“Pequenos fogos em todo o lado” de Celeste Ng

Bárbara

Este foi o primeiro livro do “Net book club”, o clube de leitura no Instagram criado pela Cláudia do blog e canal “A mulher que ama livros”.

 

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Quase toda a gente adorou este livro e para mim é só um 3,5*, o que não significa que não tenha gostado só não fiquei foi extasiada.

Eu fui adolescente nos anos 90 e até me identifico com algumas coisas do livro mas não com a cultura americana. Eu desprezo os falsos moralismos e as assimetrias sociais. As temáticas tão admiradas nesta obra só são fruto disso e de não haver estado social. 

O livro trata uma variedade enorme de temas, na minha opinião em demasia. Parecia que estava dentro do meu próprio cérebro que está sempre a mil, sempre a saltar de um para outro arco da história. Atenção que está bem escrito de forma a tudo fazer sentido e não nos perdermos. Os vários arcos vão-se abrindo e fechando ao longo do livro e não só no início e final, respectivamente. Ao contrário de outras opiniões que ouvi que tudo fica resolvido, acho que há algumas coisas que podiam ter sido mais desenvolvidas. Acho que vai dar uma ótima série porque a história tem pano para mangas. 

As personagens estão muito bem construídas, mas sem necessidade de grandes descrições. Ninguém é só bom ou só mau, são pessoas reais. Para mim, este foi o ponto mais positivo do livro.

31
Ago18

“Contos exemplares” de Sophia de Mello Breyner Andresen

Bárbara

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Este livro foi o escolhido para o clube dos clássicos vivos para Julho e Agosto.

Não costumo ler contos, aliás, não gosto porque não dá tempo para desenvolver a história e as personagens. 

Já disse 200 vezes isto mas, habitualmente, não gosto de clássicos. Eu forço para me cultivar, mas o estilo de escrita não contemporânea não é para mim e acabo a fazer um sacrifício e a arrastar os livros. Este é relativamente recente pelo que não foi assim tão difícil.

Literatura portuguesa também não é para mim porque a acho pretensiosa. Parece que os escritores vão ao dicionário procurar palavras e as debitam. Exemplo disso, é o prefácio “Pórtico” deste livro que simplesmente desisti de ler.

Em criança, adorei os contos infantis da autora e tinha curiosidade de ler algo para adultos. Como o nome do livro indica, estes contos retratam situações exemplares da vida humana.

Dito isto, aconteceu o esperado. Não gostei dos contos mais pequenos mas achei piada aos mais longos nomeadamente o primeiro “O jantar do bispo” e “Os três reis do oriente”. Já nem me lembro da história dos outros cinco. 

O primeiro conto fala do bem e do mal, de Deus e do Diabo. O último conta como cada rei mago decidiu seguir a estrela.

29
Ago18

Os mais belos contos de Grimm

Bárbara

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Tenho estes livros desde pequenina e não me lembro de alguma vez os ler, embora conhecesse quase todas as histórias.

Gostei muito.

 

A forma como as histórias estão escritas é acessível a crianças e ótima para contar em voz alta.

Hoje em dia já não estamos habituados a histórias para crianças tão cruas em que se mata e se abandona. Doura-se mais a pílula, por assim dizer. Estas ainda são assim.

Muitas delas são machistas. A mulher é uma totó, sem poder de decisão que leva com o noivo que as circustâncias lhe impõem, mesmo que seja um príncipe encantado. Já sei que na altura em que foram escritas o mundo era assim.

Não adoro as ilustrações mas gosto. São clássicas.

 

22
Ago18

"Crime na Mesopotâmia" de Agatha Christie

Bárbara

“É uma pena que todos os jovens sejam pedantes! Condenam a velha moralidade e depois tratam de estabelecer um código deles muito mais rígido.”

 

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Não tenho lidos tantos livros quanto gostaria do desafio "365 dias com Poirot e Marple" organizado pela Sofia do blog "The daily miacis" mas continuo a tentar participar o mais que consigo e tenho gostado muito.

Desta vez li mais um livro do Poirot. Gostei bastante deste. Acho muita piada a arqueologia e, por isso, gostei deste cenário. Como sempre, ao início, confundi as personagens todas, mas depois achei que estavam bem construídas. Também foi engraçado presenciar o sistema mais clássico de Poirot a culminar com uma reunião final em que desmascara o assassino.

Não tive qualquer suspeita de quem era e até fiquei um bocado irritada com uma coisa mas não posso dizer porque é spoiler.

 

Sinopse:

“Amy Leatheran é uma jovem enfermeira encarregada de acompanhar o casal Kelsey na sua viagem para Bagdade. Finda a tarefa para a qual fora contratada, Amy prepara o seu regresso a Londres quando é inesperadamente contactada pelo Dr. Leidner, um arqueólogo de renome, para dar assistência à sua mulher, Louise. De facto, Louise é uma pessoa extremamente nervosa e sofre de súbitos e incontroláveis ataques de pânico. No cenário longínquo de uma escavação arqueológica nas margens do rio Tigre, Amy conquista o afecto e a confiança de Louise, que lhe faz confidências sobre o seu passado e chama a atenção para os estranhos acontecimentos que ocorrem no acampamento e cuja origem é unanimemente atribuída aos seus próprios problemas nervosos. Mas depressa se torna óbvio que as suas suspeitas estavam correctas. E quando a tensão tinge o seu auge eis que surge o inigualável Hercule Poirot, numa oportuna viagem pela Mesopotâmia. Por entre um labirinto de segredos e mentiras, Poirot parece, desta vez, ter chegado tarde de mais…”

 

20
Ago18

Contos infantis de Lídia Jorge

Bárbara

Já tinha ouvido falar da autora e até tinha curiosidade de ler algum livro dela.

Por causa da bebé, proporcionou-se uma tia-avó dela emprestar os dois contos infantis que Lídia Jorge escreveu.

São contos pequenos que foram lidos para uma só sesta. Gostei mais de um do que de outro, embora ambos tenham boas morais.

 

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Sinopse:
“Romance do Grande Gatão conta a história de um gato irreverente, listado, dividido entre o afecto de duas famílias, diferentes, e da sua busca de felicidade e afirmação. É uma história de aventuras pelas noites de luar, de lutas até ao amanhecer e de feridas curadas pela amizade das crianças.
Às palavras poéticas de Lídia Jorge juntam-se as ilustrações de Danuta Wojciechowska. Um livro para guardarmos na memória e relermos vezes sem conta. O triunfo da tolerância entre pessoas, oferecido pela figura de um pequeno animal, que assim se transformou num ser grande.”

 

É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Acho que a linguagem é demasiado complexa, aliás, raramente concordo com estas recomendações.

As ilustrações também não me parecem muito apelativas a crianças, embora eu pessoalmente ache bonitas pelos tons quentes que têm.

Esta história mostra que o racismo muitas vezes tem por base o desconhecido. As pessoas nem sempre são simplesmente más. Ao terem algo em comum para lutar, acabam por se conhecer e descobrir que podem ser amigas. Também é bonito ver como as crianças são puras antes de apreenderem os preconceitos dos adultos.

 

 

”O grande voo do pardal”

4,5*

 

Sinopse:

"Henrique Gaspar possuía a casa mais linda das redondezas. Ninguém sabia onde ele ia buscar aquilo - árvores com flores cheirosas, relva lisa como carpete, uma piscina que parecia um espelho. [...] Ora certo dia de Primavera, estava ele precisamente a podar uns arbustos, quando reparou num pequeno molho de penas que se movia. Era um molhinho cinzento pousado no chão, que parecia respirar, ali mesmo junto a uma aba de roseira. [...]"
Esta é uma história, simples e bela, onde a escrita elegante e poderosa se manifesta desde as primeiras linhas. Uma pequena jóia literária com alusão a alguns dos temas que se encontram nos grandes clássicos: a amizade, a compaixão e a liberdade.”

 

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com a cidadania nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Este já me parece muito mais adequado. A linguagem é mais simples e a mensagem passa na mesma. Um homem amargurado que acaba por se afeiçoar a um animal fragilizado.

As ilustrações também são mais simples mas mais bonitas. Os tons frios fazem sentido na história.

15
Ago18

“Carta a El-Rei D. Manuel” de Pêro Vaz de Caminha

Bárbara

Este livro apareceu nos disponíveis do WinkgBooks e pediu-o por ter alguma curiosidade.

 

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Sempre tive a ideia que os portugueses tinham sido os bons colonos, ou seja, que tinham sido menos agressivos. Não entraram a matar toda a gente como os outros. Dentro da estupidez que foi a escravatura, fomos os primeiros a aboli-la.

Depois de ler o “Cadernos de memórias coloniais” fiquei com a ideia que afinal não era bem assim e fiquei com mais alguma curiosidade sobre o assunto.

Como o título indica, este livro é a carta que foi enviada ao rei com o relato da descoberta do Brasil.

O livro não é nada de especial mas foi engraçado ler o que os descobridores acharam das diferenças culturais.

28
Jul18

“Louca” de Chloe Esposito

Bárbara

Sinopse

”Louca é um thriller passado em Londres e na Sicília, no espaço de uma violenta semana de verão, e que explora os temas do ciúme e do engano, do crime e da inveja. Uma gémea não só se apodera da vida perfeita da irmã, como se dispõe a continuar a vivê-la. Alvie Knightly está muito em baixo: sem objetivos na vida e a beber demais. A sua vida é ainda pior se comparada com a de Beth, a sua irmã gémea e perfeita. Beth casou-se com um italiano lindo e rico, tem um bebé maravilhoso e sempre foi a preferida da mãe. Há muito tempo que a única coisa que as gémeas têm em comum é a aparência. Quando Beth envia um bilhete de avião à irmã para que a visite em Itália, Alvie mostra alguma relutância. Mas quando é despedida do emprego que detesta e os companheiros de casa a põem na rua, começa a mudar de ideias e a pensar na luxuosa villa de Taormina. Beth pede à irmã que troque de identidade com ela durante umas horas, para poder escapar à atenção do marido. Alvie agarra com unhas e dentes a oportunidade de viver a vida da irmã, ainda que temporariamente. Porém, quando a noite acaba com Beth morta no fundo da piscina, Alvie dá-se conta de que aquela é a sua oportunidade de mudar de vida. E, afinal, o que escondia Beth do marido? E porque é que a convidou para ir a Itália? Alvie vai descobrindo segredos e mentiras à medida que mergulha mais fundo na vida da irmã morta. E terá de fazer de tudo para conseguir suportar as suas próprias mentiras.”

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Já sabia que não o ia achar nada de especial nem ia continuar a trilogia mas até não desgostei. Tinha ouvido falar muito bem e muito mal.

Se se entender que a narradora é louca, percebe-se o baixo nível em geral e não se acha que o livro é uma porcaria. 

Se estão à procura de um triller, esqueçam... mas dá algum medo de uma pessoa que demonstra um bocadinho de instabilidade se poder tornar perigosa com as circunstâncias erradas.

A história é fluida e faz com que se queira continuar.

As referências são interessantes e tanto são de natureza popular como literária erudita.

Serviu o seu propósito de ser uma leitura “silly”.

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