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Delicada como um elefante

19
Abr18

Minimalismo

Bárbara

Quando fui de Erasmus vivi só com o que levei nas malas e nem me apercebi da diferença.

Quando voltei é que tive noção da quantidade de coisas que não me fizeram falta. Na altura quis-me desfazer delas mas as pessoas à minha volta não perceberam. Na realidade eu comecei a viver com menos porque arrumei as coisas que não usava a um canto.

Quando nos mudamos para a nossa casa escolhemos móveis simples e poucos elementos decorativos. Tentamos simplificar muito nas louças e outras coisas de cozinha. Ainda assim acumulámos mais do que gostaríamos. A roupa e acessórios ainda eram muitos.

Entretanto começou a ver-se o movimento a ganhar popularidade nomeadamente com o livro “Arrume a sua casa, arrume a sua vida” da Marie Kondo cuja filosofia é um fenómeno mundial. Li o livro e apliquei algumas técnicas.

 

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Dei muita roupa mas ainda assim muito mais do que gostaria. Nao compro nada novo há seculos, excepto de maternidade. Já não vou às compras, mas quando ia pensava muito bem antes de comprar. Em geral prefiro comprar online que não entusiasma tanto.

A casa em si não tem muita tralha.

Vendi e troquei muitos livros. Ainda tenho dúvidas se tomei a melhor decisão... Mantivo os preferidos e tenho uns 100 por ler. Também comprei muitos Pops só porque gosto. 

 

Muitos papéis foram para o lixo mas entretanto acumularam-se. O escritório é o calcanhar de Aquiles. Tento não ter muitos cartões tanto de bancos como de fidelização. Assim recebe-se menos cartas e e-mails. Também tenho todos os pagamentos por débito direto e facturas electrónicas. Não subscrevo newsletters e quando aparecem carrego no unsubscribe.

 

Tento balancear aproveitar promoções de coisas não perecíveis com acabar o que tenho em casa.

De vez em quando ainda há comida que passa do prazo mas vamos melhorar nisso.

Fiz uma lista rigorosa para bebé mas isso foi uma desgraça porque envolve terceiros. Compreende-se porque não há bebés em nenhum dos lados da família há décadas.

 

Talvez fale outras vezes do assunto. Acredito que ter menos ajuda a dar mais valor ao que se gosta mais. As coisas não ficam perdidas do meio do caos.
 

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