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Delicada como um elefante

29
Mai18

Dificuldades da maternidade - nomeação

Bárbara

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Sempre vi a minha avó trocar o nome dos 8 filhos. A avó do meu marido só tem 2 filhas e uma neta e também troca. Não percebia...

Hoje ia a passear as cadelas e chamei: “Bones anda, Bones anda!” E a cadela não vinha. Tudo bem que as minhas cadelas não são muito obedientes, chegam a fazer-se de surdas. Foram adoptadas adultas e são cães de caça. Mas estava a ser um exagero até que percebi o erro. Chamei Carminho e veio logo.

Desde que a bebé nasceu troco tudo. Chamo Bones à Maria. Bebé e princesa à Bones, se bem que essa confusão é compreensível porque já lhe chamava isso antes. Ela foi a minha primeira bebé.

28
Mai18

Tag - The Booktube Watching

Bárbara

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Esta tag foi publicada originalmente por Harriet Rosie e tem sido feita pelos booktubers portugueses. Como viciada no YouTube que sou, cá vão as minhas respostas:

 

1 - Quantos canais subscreves? 

64. Destes, subscrevo 16 canais do BookTube estrangeiro e 24 do português. 5 ainda estão à experiência. Eu seleciono muito os vídeos que vejo dentro dos canais subscritos e quando começo a perceber que não tenho interesse na maioria dos vídeos desisto.

 

2 - Quando tens por hábito ver os vídeos do BT?

Quando estou a cozinhar, arrumar ou arranjar-me. Por isto, não gosto quando as pessoas escrevem alguma coisa e não o dizem em voz alta porque nem sempre estou a ver o vídeo, mas sim a ouví-lo.

 

3 - Como contra balanças o processo de ver vídeos do BT, ler e fazer os teus próprios vídeos?

Eu não faço vídeos e só escrevo posts há muito pouco tempo. Acho que vejo mais vídeos do que leio porque não preciso do mesmo grau de atenção e dá para fazer multitasking.

 

4 - Existe alguma diferença entre os vídeos que gostas de ver e os vídeos que gostas de fazer?

Não se aplica por não fazer vídeos mas há vídeos muito populares no BookTube que eu não gosto nomeadamente hauls e unboxings de caixas subscritas porque estimula o consumismo e as pessoas ainda nem leram os livros pelo que não podem ter opinião sobre eles. Atenção que se forem unboxings de prendas ou trocas já acho piada. Também não adoro vlogs mas vejo alguns de pessoas de quem gosto muito da personalidade.

 

5 - Quem foi o primeiro BT que subscreveste? Ainda segues o canal?

"Books with Emily Fox" e ainda sigo e acho que é a minha booktuber preferida. Ela tinha um canal de beleza que eu seguia e depois criou este. A partir daí fui ao Google procurar BookTube português e fui descobrindo os canais que sigo agora. Acho um piadão à personalidade dela, é complexa. Tem gosto literário diversificado e não tem qualquer problema em criticar livros populares.

 

6 - Qual foi o último BT que subscreveste?

Tenho alguns à experiência mas não vou contar com esses. O último que subscrevi e ficou foi o "The Phoenix Flight". Gosto da personalidade da Ana, do seu gosto literário e dos vídeos sem ser de livros que ela faz.

 

7 - Partilha um BT mais antigo de que gostas bastante.

Do BookTube português gosto do canal "A mulher que ama livros" e do estrangeiro, nomeadamente Canadá, do "Hailey in Bookland. Esta moça aspira a ser escritora e os vlogs dela são giros.

 

8 - Partilha um novo BT favorito.

Do BookTube português gosto do canal "Aprendiz de Leitor" e do estrangeiro, nomeadamente Canadá, do "Books with Emily Fox". O Hugo é super carismático. Eu nem gosto do mesmo género de livros que ele e não perco um vídeo.

 

9 - O que é um BT "pet peeve" teu?

Odeio mas odeio e desisto muitas vezes de canais por esse motivo. Gente, não ponham música por trás da vossa voz que é uma distração.

 

10 - O que aprendeste com o BT?

Que não é preciso ter formação em literatura para ter opiniões interessantes e que todos os géneros literários têm lugar válido no mundo. Eu achava que por não gostar de clássicos e por ser da área da ciência não me podia considerar uma leitora. 

27
Mai18

Séries - This is us

Bárbara

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Quando esta série saiu li a sinopse e não me interessou. Achei que era mais uma série ao estilo da “Brothers and Sisters” ou “Parenthood”. Apesar de ter gostado de ambas, era algo que já me cansava. Acho que nem cheguei a ver o trailer. 
Entretanto, vi uma crítica muito positiva, já não me lembro onde, e comecei a ver. No primeiro episódio fiquei boquiaberta. Ontem lá consegui acabar a primeira temporada e estou ansiosa por conseguir ver a segunda.
Trata-se de uma história de 3 irmãos, dois deles gémeos e um adoptado aquando da morte do terceiro gémeo. Cada episódio conta uma parte da história recorrendo a vários momentos temporais. Sempre que acho que sei o que vai acontecer no fim do episódio, eles conseguem surpreender principalmente o primeiro episódio que explica esta dinâmica que explanei. 
As personagens estão muito bem construídas e não há ninguém mau. São pessoas normais com qualidades e defeitos. Gosto de cada uma delas é desejo-lhes o melhor. Há tanto amor nas suas histórias... Há também alcoolismo, toxicodependência, doença, morte, divórcio. É uma série muito bem temperada.
A ação não se desenrolou toda de uma vez, mas também não é parada. Vão-nos dando um rebuçado a cada episódio.
Um aplauso para a diversidade. Os irmãos incluem uma obesa e um negro. A mãe é uma cantora que teve de se dedicar à casa e aos filhos porque ter 3 bebés de uma vez é dose, mas há nela representatividade feminista. 
Talvez seja a minha série preferida de sempre.
26
Mai18

Música - Aurea | Confessions

Bárbara

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Sou fã da Aurea. Já fui a dois concertos e tenho os três álbuns que ela lançou antes deste. Ora, mal saiu este quis ir comprar. Dinheiro mal gasto. 
A premissa do álbum é maravilhosa. Pegaram em 20 segredos que foram contados à cantora por amigos e familiares e fizeram 9 músicas. Há ainda uma música da Carolina Deslandes, “Done with you”, que é o single de apresentação.
No entanto, as músicas parecem desconexas da voz. É um CD muito agressivo na sonoridade e a voz é muitas vezes gritada. A maioria das músicas começa bem, mas chegam ao refrão e tem de se baixar o volume.
Além disso, a Sony não esteve bem na promoção do novo álbum. Só soube da sua existência pelo Instagram da cantora. Nas rádios continuam a passar as músicas antigas e não ouvi nenhuma vez o novo single. Ainda assim, entrou diretamente para o primeiro lugar do top nacional. 
A capa é muito bonita.

 

23
Mai18

Publicidade

Bárbara

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Por vários motivos tentei eliminar a publicidade que me entra em casa:

1 - o gasto de papel é mau para o meio ambiente. Eu punha tudo para reciclar, mas ainda assim, gosto de pensar que estou a contribuir para reduzir.

2 - porque o marketing funciona e não quero gastar dinheiro.

3 - porque não quero tralha em casa. Se precisar de comprar alguma coisa, eu procuro. Também não me serve de nada saber das promoções se isso me causa mais stress a saber onde está o melhor negócio. Prefiro adoptar a estratégia de comprar as coisas não perecíveis no meu hipermercado de eleição só quando estão com 50% de desconto.

 

Também faço unsubscribe a tudo o que me aparece no e-mail. Não vejo TV. Ouço rádio mas mudo de estação durante a publicidade. Nas redes sociais, à medida que aparece publicidade na feed, vou informando que não me interessa.

Ainda assim, aparece publicidade por todas as formas. Na net, eu entendo porque faz parte do financiamento dos programas que usamos gratuitamente. Tudo o resto sinto que é um desrespeito pela minha liberdade.

22
Mai18

Gravidez - segundo trimestre

Bárbara

Toda a gente fala maravilhas do segundo trimestre. Que passam os enjoos e o cansaço e se começa a gozar a gravidez...

Ora como não tive sintomas incomodativos no primeiro trimestre, não senti essa diferença. Na realidade comecei a ficar cansada porque fiquei hipotensa e chegou o calor. Estava sempre a sentir-me mal... Solução: meias de contenção elástica. 

Também não ajudou fazer muitas urgências. O segundo trimestre apanhou Agosto, em que muita gente estava de férias. Lembro-me que fiz 7 urgências, 3 ou 4 delas de 24h. Para quem não tem noção, em Viana, nessa altura, a população aumenta muito com os emigrantes que vêm de férias, e as urgências ficam muito pesadas.

Numa delas chegou à meia noite e senti que não aguentava mais. Sentei-me na sala de emergência ao lado do interno que estava a ver o doente, para o caso de precisar de mim e rezei para que não precisasse. A outra especialista que estava comigo ficou a saber que estava grávida nessa noite e foi ela vendo mais doentes. Graças a Deus!

 

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Na ecografias do primeiro trimestre a obstetra já achou que era uma menina, mas no segundo tivemos a confirmação. Como era primeiro filho não nos fazia grande diferença mas ficámos felizes. Acho que o pai preferia uma menina, até porque só tínhamos nome para menina, por sinal há anos.

Uma palavra para a PTGO (prova de tolerância à glicose oral, que despista Diabetes gestacional). Fazem um filme à volta daquilo. Gente, é um exagero, não custa nada de especial. O que me custou foi estar sem comer. Em vez de hiperglicemia tive uma hipoglicemia. Tive tremores, dores de cabeça, tonturas e fome... Comi que nem uma desalmada e ficou resolvido.

21
Mai18

NY Times By The Book Tag

Bárbara

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Esta tag foi criada originalmente por Marie Berg e tem sido feita por vários booktubers portugueses.

 

1. Qual livro está na sua cabeceira?

Eu leio sempre vários livros ao mesmo tempo. Na cabeceira tenho o “Histórias de adormecer para raparigas rebeldes 2” que vou lendo à bebé. Além disso, tenho um na bolsa, um na sala e dois no telemóvel (um audiobook e um ebook).

 

2. Qual foi o último livro realmente bom que você leu?

“A irmandade do anel”. 
Nunca tinha tido coragem de ler a trilogia porque são livros grandes e porque odiei o "Hobbit". Mas, neste momento é difícil ler livros físicos por causa da bebé, então aproveitei para ouvir os audiobooks. O timing foi perfeito porque está a haver uma leitura conjunta organizada pela Mafalda do canal "A outra Mafalda" e pelo Hugo do canal "Aprendiz de Leitor".
O livro é uma obra de arte. Tolkien inventou todo um mundo, línguas, músicas...
 

 

3. Se você pudesse encontrar qualquer escritor/a, vivo/a ou morto/a, quem seria? E o que gostaria de perguntar a ele/ela?

Vou dar a resposta óbvia e dizer o Tolkien. Além da imaginação prodigiosa, parece-me uma pessoa muito interessante, boa. Pai extremoso, homem a tentar vencer preconceitos com a fantasia...
Gostava de lhe perguntar qual era o problema dele para querer deitar fora as obras e não publicar quase nada. 

 

4. Qual livro ficaríamos surpresos de encontrar na sua estante?

Gosto muito de trabalhos manuais, por isso tenho livros de costura, tricot...

 

5. Como você organiza a sua biblioteca pessoal? 

Por género, a seguir autor e por fim série. Também tenho uma prateleira de TBR para livros que não pertencem a nenhuma série.

 

6. Qual livro você "já deveria ter lido"? 

Os da Jane Austen e das irmãs Bronte. Tenho a certeza que vou gostar e é um incentivo a ler clássicos. Por uma razão ou por outra vão sempre ficando para trás.

 

7. Um livro que o/a desapontou, superestimado, nada bom; Um livro que todos dizem ser a sua cara, mas que não gostou; Último livro abandonado

”O império final” da trilogia “Mistborn” de Brandon Sanderson. Tentei ler três vezes e cheguei a meio mas não aguentei mais. Tive a mesma sensação que tive na adolescência a ler a descrição do Ramalhete nos “Maias”. É super descritivo e quase não vai introduzindo ação nenhuma. Não tenho paciência para livros assim. Aproveito para dizer que não tenho qualquer problema em abandonar livros.

  

8. Que tipos de histórias chamam a sua atenção? De quais tipo de histórias você mantém distância?

Ao início ia responder que não sei mas acho que gosto de histórias de amor e detesto de terror.

 

9. Se você pudesse indicar um livro para o/a presidente, qual seria?

Esta pergunta é impossível de responder para o nosso presidente actual. É provavelmente um dos maiores leitores do nosso país. Ele é que indica livros aos outros.
 

10. Quais livros você pretende ler em breve?

Queria ler livros inseridos em projetos. Pretendo continuar a trilogia do Senhor dos Anéis para a leitura conjunta da qual já falei, os livros do Poirot e da Miss Marple da Agatha Christie para o 365 dias com Poirot e Marple do blog "The Daily Miacis", os livros das irmãs Bronte para este clube de leitura, os livros da série Shadowhunters para esta maratona literária e os clássicos que me forem interessando para o Clube dos Clássicos Vivos. Tenho falhando redondamente para quase todos...
18
Mai18

Canteiro

Bárbara

Há uns anos fiz este canteiro para a Bones. 

 

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Quando a adoptámos, ela estava tão maltratada que não percebemos que era uma Beagle e, consequentemente, uma cadela de caça. Ora, a bicha precisa de cheiretar o mundo todo e, num apartamento, a vida dela não é a ideal. Com o canteiro, tentei dar-lhe um bocadinho da rua em casa. 

Além disso, ela tem incontinência urinária e o canteiro ajuda um bocadinho. Ao início ela não o usava para as necessidades, só para se deitar ao sol, brincar e escavar.

Fui a uma loja de bricolage e comprei o material todo, nomeadamente 4 toros de madeira de 1,2 m. Temos posto todos os anos um tapete de relva e algumas plantas aromáticas para o olfacto da Bones. A relva é pouco resistente e entre as escavadelas da Bones, a urina e o excesso de sol à tarde, nunca resiste muito tempo.

 

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Ao que parece a graminha é mais resistente e ontem o Luís esteve a plantar a que o meu pai nos deu e de acordo com os ensinamentos dele. A ver se enraíza antes da Bones escavar tudo...

 

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14
Mai18

Dar a notícia da gravidez

Bárbara

Habitualmente, as grávidas estão mortas por contar a notícia a toda a gente. Eu não estava, só à minha mãe a quem disse mal fizemos o teste. O Luís também contou à dele e eu ao meu pai e madrasta.

Apesar de quererem espalhar aos quatro ventos, por convenção social ou superstição, só contam na passagem do primeiro para o segundo trimestre, entre as 10 e 12 semanas. Discordo completamente. Biologicamente, a probabilidade de abortamento é maior nesse período, mas não é por contar a alguém que se vai abortar. Por outro lado, se se passar por essa dor, não se quererá apoio e por conseguinte que os amigos e familiares saibam? A pensar nisso, contei às minhas melhores amigas, futuras madrinhas da bebé. Nenhuma delas é mãe mas eu precisava de ir desabafando com alguém e elas costumam ser o meu saco de boxe.

Quando cheguei ao segundo trimestre, a minha mãe queria contar a toda a gente e o Luís aos amigos. Eu não queria. Sabem que mais? Não queria palpites. Na altura li um livro que não sei se me fez bem ou mal, mas influenciou-me muito. Fala sobre a culpa na maternidade: “A culpa não é sempre da mãe” de Sónia Morais Santos do blog “cocó na fralda”. 
 
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Lá deixei que a minha mãe contasse aos meus tios, que só me querem bem. O Luís contou aos amigos.
A partir daí só soube gente que notou ou que tinha de ser. Também não havia necessidade de mentir.
O primeiro foi o meu chefe. Ainda no primeiro trimestre, um dia senti-me mal e tive de ir para casa. Tive que lhe dar uma explicação. Ele é-me bastante querido. E guardou bem o segredo.

Depois outros amigos muito próximos apanharam-me no Ikea a comprar o berço. Fui ao batizado do filho de outros e no meio da conversa disse: - Já estou.

No trabalho, contei a alguns colegas da mesma geração para me ajudarem a evitar fazer noites. Outros ficaram a saber quando recusei ir para o bloco em cirurgias com radiação. Contei ainda ao meu antigo orientador antes que se notasse. Uma ou outra pessoa apanharam-me a sentir-me mal porque no segundo trimestre andava sempre hipotensa. Só sabia quem tinha mesmo de saber. 
Só quase no final do segundo trimestre é que deixou de dar para esconder. Eu sou magra e bastava usar T-shirts largas. A roupa do hospital era maravilhosa. As fardas nunca nos estão bem, sempre larguíssimas. E a bata por cima, desapertada, ainda disfarçava melhor. Nessa altura quis deixar de fazer noites oficialmente porque estava a começar a custar-me muito fazer 24h. Cheguei de férias depois de duas semanas e notou-se alguma diferença. Aí tentei antecipar-me e contar às pessoas com significado que ainda não sabiam. Escaparam-me duas, uma delas ainda deve estar chateada. 
A minha postura não foi convencional e eu sei que a maioria das pessoas só me quer bem pelo que poderiam ter sabido. Algumas até ficaram envergonhadas por não notar, principalmente no trabalho. Que médico ou enfermeiro não repara que uma mulher está grávida de 6 meses? Coitados, não tiveram qualquer culpa. A minha fisionomia, a barriga até então não muito grande e a minha vontade de ser discreta é que foram favoráveis.

 

13
Mai18

O mistério do comboio azul - Agatha Christie

Bárbara

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Sinopse pela editora ASA:

“Ruth recebe do pai, um milionário americano, uma extraordinária jóia que encerra "um rasto de tragédia e violência". Embora seja avisada de que não deve transportá-la para fora do país, Ruth decide levá-la consigo quando parte para Nice a bordo do famoso Comboio Azul. A notícia do seu assassinato será para todos um imenso choque... e mais um desafio para Hercule Poirot.”

 

Tenho tentado participar no projecto “365 dias com Poirot e Marple” do blog The Daily Miacis. Este foi o terceiro livro que li mas já lá vão 10.

 

Como em “O assassinato de Roger Ackroyd”, Poirot não está no seu ambiente habitual e com o companheiro Hastings. Isso desperta-me algum interesse e, neste caso, gostei muito da companheira Miss Grey. A sua história paralela e o despertar do romance teve alguma piada, sem perder o foco na resolução do assassinato.

No entanto, o mistério em si não foi o melhor porque antevi grande parte da resolução e isso num policial faz-me logo baixar a pontuação, 3/5.

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