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Delicada como um elefante

18
Jul18

"As aventuras da comadre raposa" e "Fábulas de La Fontaine"

Bárbara

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Tenho estes livros desde pequenina. Não me lembro de os ler mas provavelmente a minha mãe leu-mos.

Já sei que podia ler qualquer livro normal à bebé, mas gosto de ler livros ilustrados porque ela fica mais atenta. 

As ilustrações são do Romain Simon e são ambos muito bonitos.

Ambos são de fábulas, o primeiro é em prosa e o segundo em verso pelo que gostei muito mais do primeiro.

Como fábulas que são, as histórias têm sempre moral. No primeiro não são tão óbvias e deixam mais a pensar, do segundo até tem um resumo a explicitar a moral.

O primeiro, como o título indica, é só sobre as partidas da raposa e o segundo sobre vário animais, incluindo algumas da raposa.

A linguagem não me parece acessível a crianças, nem mesmo eu entendi alguns termos, dado serem populares.

 

 

13
Jul18

TAG - Sou um leitor culpado?

Bárbara

Esta tag já foi feita por toda a gente, mas eu só comecei o blog há pouco tempo, por isso cá vai:

 

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1. Já alguma vez ofereceste a alguém um livro que te tenha sido oferecido a ti?

Acho que não. Já ofereci livros comprados em segunda mão porque eu também os compro para mim. Também já ofereci livros que eu comprei para mim e mal o comecei a ler não gostei e achei que aquela pessoa iria gostar.


2. Já alguma vez disseste que leste um livro quando na realidade não leste?

Sim! Quem nunca mentiu a um professor de português? Eu não li "Os Maias", desisti no capítulo 6 e li o resumo.


3. Já alguma vez pediste um livro emprestado e não devolveste?

Nunca! Eu aponto sempre essas coisas. Ou devolvo no fim da leitura ou ao fim de algum tempo se não me decido a lê-lo em tempo útil.


4. Já alguma vez leste uma série fora de ordem?

Já li foram de ordem séries infanto-juvenis tipo "Uma Aventura" mas acho que não faz qualquer diferença porque na realidade funcionam como livros individuais. Séries que faz diferença acho que nunca li pela ordem errada.


5. Já alguma vez spoilaste um livro para alguém?

Sim. Eu tenho uma memória muito selectiva e não me importo de ser spoilada, por isso acabo por fazer o mesmo aos outros.


6. Já alguma vez dobraste o canto duma página para marcar onde é que ias a ler?

Nunca. Uso sempre marcadores


7. Já alguma vez disseste a alguém que não tens um livro quando na realidade tens?

Não. Não vejo necessidade. 


8. Já alguma vez disseste a alguém que não leste um livro quando na realidade leste?

Não. Embora haja perconceito sobre o tipo de leituras que cada um faz, eu não aceito isso. Mais vale não conversar sobre livros com pessoas que vão criticar.


9. Já alguma vez saltaste um capítulo ou uma secção de um livro?

Acho que não mas talvez não tivesse desistido de alguns livros se o tivesse feito. Se tivesse saltados os capítulos da descrição do Ramalhete em "Os Maias" talvez tivesse lido o livro.


10. Já alguma vez falaste mal dum livro de que na realidade gostaste?

Como respondi na pergunta 8, acho que isso não tem qualquer sentido.

 

Deixo o vídeo da Chami com a tag original.

12
Jul18

Essenciais de bebé - roupa

Bárbara

A bebé está quase com 6 meses e por isso já tenho opinião formada sobre o assunto.

A primeira coisa que aconselho é comprarem pouco e não se anteciparem muito. Eles crescem depressa e deixa de servir num instante. Se tiverem muitas peças para a mesma idade, nem chega a vestir algumas. Além disso, dependendo da velocidade de crescimento, podem errar no tamanho em termos de estação do ano. Ainda acabam com um macacão polar para Agosto... Além disso, oferecem-vos muita coisa. 

 

O que aconselho:

1 - bodies de apertar à frente. Bebés odeiam vestir coisas pela cabeça.

2 - babygrows com pé e de preferência com fecho. Em Portugal são raros, mas são a coisa mais prática. Comprem tipo veludo para o frio e algodão fino para o calor.

3 - se tempo de calor, macacões de calções e manga curta

4 - gorros macios e pouco altos. A Maria não usou a não ser no primeiro dia. Ela odiou desde sempre coisas na cabeça, mas são algo necessário para manter a temperatura no tempo frio.

5 - casacos macios, de cores neutras e largos para serem fáceis de vestir. São super úteis para agasalhar porque veste-se o bebé em camadas. A Maria nasceu em Janeiro e macacões tipo roupa de neve também foram úteis. Como não usava gorros, casacos ou macacões de capucho foram a forma de contornar a questão.

 

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O que desaconselho:

1 - meias e carapins. Se usarem babygrows com pés é mais prático. As meias estão sempre a sair.

2 - t-shirts. Os bebés odeiam coisas que entram pela baceça. Além disso, quando estão deitados, as t-shirts enrolam e é mais prático ser tipo body com molas no períneo.

3 - calças e calções. No caso da Maria, como teve refluxo gastro-esofágico muito intenso, os elásticos apertavam a barriga e quase não usou. 

4 - saias. São a coisa mais inútil e desconfortável. Não se seguram de maneira nenhuma.

5 - vestidos. São a coisa mais fofa do mundo e até comprei alguns e voltaria a comprar, mas também enrolam. Não é tão mau como saias e t-shirts e para uma vez ou outra, acho que não incomoda a bebé

6 - acessórios. Os bebés odeiam coisas na cabeça. Gorros são úteis mas fitas e assim são só por vaidade dos adultos. Pulseiras e colares são perigosos Nem que vos ofereçam e tenham medo de ofender. Nem que digam que os colares de âmbar são milagrosos para as dores. Não querem um bebé enforcado...

7 - roupa de 0 meses. A não ser que o bebé seja prematuro ou muito pequenino, é um desperdício porque só dura para os primeiros dias.

 

11
Jul18

"As Cientistas" de Rachel Ignotofsky

Bárbara

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Sinopse:

"Recheado de ilustrações divertidas e informativas, As Cientistas destaca as contribuições de 52 mulheres notáveis nos campos da ciência, da tecnologia, da engenharia e da matemática, desde a Antiguidade até aos dias de hoje. 
Entre as pioneiras perfiladas neste livro encontram-se figuras famosas, como a primatologista Jane Goodall, e também menos conhecidas, como é o caso de Katherine Johnson, a física e matemática norte-americana que, em 1969, calculou a trajetória da missão Apollo 11 à Lua, e a portuguesa Branca Edmée Marques, que estudou e trabalhou com Marie Curie. 
As Cientistas celebra os feitos de mulheres intrépidas que desbravaram caminho para a próxima geração de engenheiras, biólogas, matemáticas, médicas, astronautas, físicas e muito mais!"

 

Este livro foi comprado pela capa, coisa que não costumo fazer. Na altura estava a ler o "Histórias de adormecer para raparigas rebeldes" e passei na montra de uma livraria e vi este livro que é lindo. Além da capa, as ilustrações são lindas. O único problema deste livro é a letra ser minúscula, que torna a leitura mais difícil.

Ao contrário do outro este não é para crianças mas sim para adolescentes por causa da gíria científica. Como o próprio título indica, este livro só fala de cientistas em vez de mulheres que se destacaram em geral. É um óptimo hino ao feminismo porque, na maioria, relata história de mulheres verdadeiramente notáveis numa altura em que era quase impossível uma mulher ser aceite na universidade. Achei muito interessante estar organizado por ordem cronológica. Consegue perceber-se a evolução histórica da entrada das mulheres na ciência. Embora hoje ainda sejamos discriminadas, a nossa vida está claramente facilitada graças a estas mulheres que desbravaram caminho.

A maioria já estava no outro livro mas gostei de saber mais e dos pormenores científicos. 

 

10
Jul18

Carminho - a adopção

Bárbara

Em tempos tentámos arranjar companhia para a Bones mas não correu bem. A Mel esteve um ano connosco mas agora vive com a minha sogra. É a cadela mais meiga do mundo com humanos, mas com outros cães é um autêntico gremelin. Um dia posso contar-vos melhor.

A Bones tem personalidade de filha única, e com o tempo foi ficando cada vez mais solitária. Os nossos trabalhos fazem com que ela tenha de passar 12h sozinha alguns dias da semana. Organizámo-nos para a empregada vir nesses dias mas não era suficiente. Também nos apercebemos que os ciúmes seriam um problema para quando tivessemos um bebé e achámos que devíamos tentar outra vez. Sabíamos que tinha de ser uma cadela porque ela tem medo de cães, que tinha de ter personalidade submissa como ela para ela não ser outra vez vítima de bulling e adulta que ela já não tem paciência para cachorros energéticos.

Um dia vimos a história da Carminho no Facebook, partilhada pelas mesmas pessoas que salvaram a Mel. Ambas foram encontradas no caminho de ferro. Uma pelo maquinista outra pelo revisor. Durante as viagens, não conseguem evitar passar-lhes por cima, mas depois vão lá ver se estão vivos.

Não se tem a certeza se a Carminho foi atropelada, pelas lesões, parece mais que foi espancada. Teve um traumatismo craniano e facial e ficou cega à direita. Esteve internada um mês.

Foi adoptada por uma senhora que tinha outros cães mas fugia. Na altura eu não percebia bem como isso era possível. É só ter muros e assim, mas agora sei que não há barreiras para ela. É uma cadela muito possante, capaz de saltar sem esforço muros altos. Precisava de uma nova casa, de um apartamento. Claro que não havia muitos candidados para uma cadela adulta, magoada e fugidia. Derreter o meu coração é muito fácil e lá foi o Luís levar a Bones a conhecê-la. Elas deram-se bem e a Carminho veio no mesmo dia.

Nesse dia eu estava de urgência. Quando cheguei a casa no dia seguinte levei um susto porque ela saiu muito maior que a encomenda e afinal era o dobro do que imaginávamos pelas fotos.

 

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Começou mais um aventura.

09
Jul18

Leituras em curso #3

Bárbara

Ontem partilhei nas Instastories os livros que estou a ler.

 

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1 - Audiobook - "The Return of the king" da trilogia "O Senhor dos Anéis" de J. R. R. Tolkien: Ouvi 5%. Gostei muito do primeiro livro e não muito do segundo. Deste ainda não tenho opinião formada.

 

2 - Ebook - “Louca” de Chloé Esposito: Estou a 62%. Foi uma leitura escolhida para a categoria "Silly" do "Book Bingo leituras ao sol 2". O livro relata o que vai na mente da personagem principal que é completamente louca e até está a ser divertido. 

 

3 - Clube dos clássicos vivos - “Frankenstein” de Mary Shelley: Estou a 32%. Não há maneira de avançar com esta leitura. Se não fosse um livro pequeno já tinha desistido porque a edição que estou a ler é de bolso e torna a leitura mais difícil do que já é um clássico à partida. 

 

4 - "O Ano do Sim" de Shonda Rhimes: Comecei esta semana e já estou a 56%. Só não o acabei porque estou a ler o livro físico e com a bebé não é fácil. Estou a adorar! 

06
Jul18

Analgesia no parto

Bárbara

No post que vos falei do trabalho de parto, excluí a analgesia para fazer um post dedicado.

 

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Tenho a tentação de reduzir este post à epidural, mas achei outras coisas importantes:

1 - Estar preparada e informada. As aulas de preparação para o parto e parentalidade foram essenciais. Eu estive calmíssima e controlei muito bem a dor enquanto não tinha a epidural.

2 - A respiração resulta. Mais uma vez, valeu a pena fazer as aulas no centro de saúde. Além disso, fiz pilates durante a gravidez e a respiração estava interiorizada.

3 - Ter apoio. O Luís esteve sempre ao meu lado e calmo. Tinha feito quase todas as aulas comigo, pelo que também estava preparado.

4 - Manter a mobilidade. Dói muito mais se se estiver deitada. Andar de um lado para o outro e fazer exercícios, principalmente com a bola, aliviou muito a dor.

5 - Outros analgésicos. Prescreveram-me petidina mas acho que não fez grande efeito. Já quando tinha sido operada ao pé tinha feito e também não tinha sido eficaz. Acho que deve ser qualquer coisa com os meus receptores.

6 - Epidural. Começo por confessar que tenho pânico de agulhas. Estava cheia de vergonha de fazer figuras tristes perante um anestesista que trabalha comigo todos os dias. Felizmente, no dia em que tudo aconteceu estavam de urgência dois tarafeiros, ou seja, anestesistas de fora do hospital, então pude logo dizer que tinha medo. Eu entrei no hospital às 5:30 e não me puseram loho o cateter. Entretanto mudou o turno e acho que se esqueceram. Eu fui-me deixando estar até que a obstetra achou um absurdo eu continuar com dores sem necessidade e insistiu para que viessem. Era hora de almoço. Lá fui eu para a "forca" cheia de medo, mas o anestesista disse que me portei muito bem, ninguém diria que tinha medo. Claro que no fim de tudo ia desmaiando... Fizeram um bólus e fiquei sem dor. Lá para as 17h passou o efeito e as contrações passaram a incomodar muito mais porque já não estava habituada. Às 18h, passei para a sala de partos para porem a perfusão. Bem tinham dito que quanto mais se aguentasse melhor. Passei a ter de estar deitada e foi muito mais aborrecido. Como o trabalho de parto não evoluia grande coisa, demorou muito tempo e acabei com retenção urinária e a ter que ser algaliada. Nessa altura voltei a ter muita dor, mesmo sob a epidural. O cateter devia estar um pouco lateralizado e tinha dor à direita e bloqueio motor à esquerda. Mandavam virar-me para a direita e a bebé desacelarava. Comecei a stressar um bocado. Quando decidiram que ia para cesariana devia ter dito qualquer coisa mas estava tão nervosa que deixei passar. Antes da incisão o anestesista avisou que ia sentir incómodo da incisão e da manipulação uterina e eu interiorizei bem demais aquilo. Apesar de estar a ter dor, não disse nada e só quando estavam a encerrar a parede abdominal é que perguntei se faltava muito porque estava com dor. Nesse momento perceberam que a causa da minha hipotensão tinha sido a dor e que tinha uma "janela", ou seja, uma zona não anestesiada. Até hoje, tenho dor nesse sítio e já passaram 5 meses.

Depois disto passar toda a gente me dizia mas tu és médica, cirurgiã, como não percebeste? O cérebro de uma grávida fica mesmo afetado. Enquanto a bebé não estava cá fora e eu vi que estava bem, não achei relevante dizer nada. Gostava de dizer que para a próxima já sei, mas sei lá quão afetada vou estar...

04
Jul18

Leio 3 e compro 1 #4

Bárbara

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Desde o post anterior, li:

1 - "Antes de eu partir" de Paul Kalanithi - ebook por 5,5 € porque 50% foi pago com o vale da Wook da promoção do dia da mulher. Opinião aqui 3,5*

2 - "The two towers” da trilogia “The lord of the rings” de J. R. R. Tolkien - audiobook por 0 €. Farei opinião no fim da trilogia 3*

3 - “A cidade dos ossos" da série “The mortal Instruments” de Cassandra Clare - 5,67€ comprado em segunda mão no Facebook. Farei opinião no fim da série 2,5*

 


Comprei:
- “A queda de Arthur”
 de J. R. R. Tolkien -  só 11,13 € pois 50% do valor foi pago com o vale na promoção do dia da mulher da Wook.

02
Jul18

Dr. - bancos

Bárbara

Se há coisa que me enerva é a obsessão por títulos que há em Portugal. Provavelmente este post não vai ser único a falar deste assunto, mas hoje vou debruçar-me sobre os bancos.

 

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O meu pai é engenheiro e via-o a ter de pedir para não colocarem o título Eng. nos cartões do banco. Não se percebia mas desde que acabei o curso comecei a ter o mesmo problema. Todos os cartões de todos os bancos vêm com Dr. Muitas vezes, mesmo pedindo, vem na mesma. Eu não acho necessário, aliás, acho tacanho. Os bancários explicam sempre que as outras pessoas exigem, às vezes nem sendo licenciadas. Mas por quê, para quê? Uma vez um cirurgião do meu serviço diz que o tratamento que nos dão ao ver que somos doutor é diferente. Ridículo...

O auje da estupidez, foi atingido quando pedimos o empréstimo para a casa. Eu era médica há 2 anos mas não mudei por isso. Sempre andei de sapatinhas, t-shirt e mochila e assim fui à Caixa Geral de Depósitos. Fizeram-me esperar uma eternidade. Passaram à frente muitos outros clientes, com outro aspeto. Eu engoli até que disse a minha profissão para fins do empréstimo e deixaram de me tratar por tu para passar a ser a Senhora Doutora, cheios de vénias. Para mim, o problema não foi tratarem-me por tu, como uma miúda, foi a mudança de tratamento por eu ser médica. Encerrei a minha conta e escrevi no livro de reclamações. Até hoje nunca tive resposta.

01
Jul18

Leituras em curso #2

Bárbara

Hoje coloquei nas Instastories os livros que tenho leitura em curso este fim-de-semana.

 

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1 - Ebook: “Louca” de Chloé Esposito. Estou a 33%. Foi uma leitura escolhida para a categoria "Silly" do "Book Bingo leituras ao sol 2", por isso não tinha grandes expectativas, mas até estou a gostar. Prevejo 3*

 

2 - Histórias para adormecer a bebé: “As cientistas” de Rachel Ignotofsky. Estou a 76%. Estou a gostar cada vez mais pelo que afinal prevejo 5*

 

3 - Clube dos clássicos vivos: “Frankenstein” de Mary Shelley. Estou a 27%. Não avancei nada desde o último post por isso mantenho as 3*

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