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Delicada como um elefante

21
Mai18

NY Times By The Book Tag

Bárbara

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Esta tag foi criada originalmente por Marie Berg e tem sido feita por vários booktubers portugueses.

 

1. Qual livro está na sua cabeceira?

Eu leio sempre vários livros ao mesmo tempo. Na cabeceira tenho o “Histórias de adormecer para raparigas rebeldes 2” que vou lendo à bebé. Além disso, tenho um na bolsa, um na sala e dois no telemóvel (um audiobook e um ebook).

 

2. Qual foi o último livro realmente bom que você leu?

“A irmandade do anel”. 
Nunca tinha tido coragem de ler a trilogia porque são livros grandes e porque odiei o "Hobbit". Mas, neste momento é difícil ler livros físicos por causa da bebé, então aproveitei para ouvir os audiobooks. O timing foi perfeito porque está a haver uma leitura conjunta organizada pela Mafalda do canal "A outra Mafalda" e pelo Hugo do canal "Aprendiz de Leitor".
O livro é uma obra de arte. Tolkien inventou todo um mundo, línguas, músicas...
 

 

3. Se você pudesse encontrar qualquer escritor/a, vivo/a ou morto/a, quem seria? E o que gostaria de perguntar a ele/ela?

Vou dar a resposta óbvia e dizer o Tolkien. Além da imaginação prodigiosa, parece-me uma pessoa muito interessante, boa. Pai extremoso, homem a tentar vencer preconceitos com a fantasia...
Gostava de lhe perguntar qual era o problema dele para querer deitar fora as obras e não publicar quase nada. 

 

4. Qual livro ficaríamos surpresos de encontrar na sua estante?

Gosto muito de trabalhos manuais, por isso tenho livros de costura, tricot...

 

5. Como você organiza a sua biblioteca pessoal? 

Por género, a seguir autor e por fim série. Também tenho uma prateleira de TBR para livros que não pertencem a nenhuma série.

 

6. Qual livro você "já deveria ter lido"? 

Os da Jane Austen e das irmãs Bronte. Tenho a certeza que vou gostar e é um incentivo a ler clássicos. Por uma razão ou por outra vão sempre ficando para trás.

 

7. Um livro que o/a desapontou, superestimado, nada bom; Um livro que todos dizem ser a sua cara, mas que não gostou; Último livro abandonado

”O império final” da trilogia “Mistborn” de Brandon Sanderson. Tentei ler três vezes e cheguei a meio mas não aguentei mais. Tive a mesma sensação que tive na adolescência a ler a descrição do Ramalhete nos “Maias”. É super descritivo e quase não vai introduzindo ação nenhuma. Não tenho paciência para livros assim. Aproveito para dizer que não tenho qualquer problema em abandonar livros.

  

8. Que tipos de histórias chamam a sua atenção? De quais tipo de histórias você mantém distância?

Ao início ia responder que não sei mas acho que gosto de histórias de amor e detesto de terror.

 

9. Se você pudesse indicar um livro para o/a presidente, qual seria?

Esta pergunta é impossível de responder para o nosso presidente actual. É provavelmente um dos maiores leitores do nosso país. Ele é que indica livros aos outros.
 

10. Quais livros você pretende ler em breve?

Queria ler livros inseridos em projetos. Pretendo continuar a trilogia do Senhor dos Anéis para a leitura conjunta da qual já falei, os livros do Poirot e da Miss Marple da Agatha Christie para o 365 dias com Poirot e Marple do blog "The Daily Miacis", os livros das irmãs Bronte para este clube de leitura, os livros da série Shadowhunters para esta maratona literária e os clássicos que me forem interessando para o Clube dos Clássicos Vivos. Tenho falhando redondamente para quase todos...
18
Mai18

Canteiro

Bárbara

Há uns anos fiz este canteiro para a Bones. 

 

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Quando a adoptámos, ela estava tão maltratada que não percebemos que era uma Beagle e, consequentemente, uma cadela de caça. Ora, a bicha precisa de cheiretar o mundo todo e, num apartamento, a vida dela não é a ideal. Com o canteiro, tentei dar-lhe um bocadinho da rua em casa. 

Além disso, ela tem incontinência urinária e o canteiro ajuda um bocadinho. Ao início ela não o usava para as necessidades, só para se deitar ao sol, brincar e escavar.

Fui a uma loja de bricolage e comprei o material todo, nomeadamente 4 toros de madeira de 1,2 m. Temos posto todos os anos um tapete de relva e algumas plantas aromáticas para o olfacto da Bones. A relva é pouco resistente e entre as escavadelas da Bones, a urina e o excesso de sol à tarde, nunca resiste muito tempo.

 

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Ao que parece a graminha é mais resistente e ontem o Luís esteve a plantar a que o meu pai nos deu e de acordo com os ensinamentos dele. A ver se enraíza antes da Bones escavar tudo...

 

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14
Mai18

Dar a notícia da gravidez

Bárbara

Habitualmente, as grávidas estão mortas por contar a notícia a toda a gente. Eu não estava, só à minha mãe a quem disse mal fizemos o teste. O Luís também contou à dele e eu ao meu pai e madrasta.

Apesar de quererem espalhar aos quatro ventos, por convenção social ou superstição, só contam na passagem do primeiro para o segundo trimestre, entre as 10 e 12 semanas. Discordo completamente. Biologicamente, a probabilidade de abortamento é maior nesse período, mas não é por contar a alguém que se vai abortar. Por outro lado, se se passar por essa dor, não se quererá apoio e por conseguinte que os amigos e familiares saibam? A pensar nisso, contei às minhas melhores amigas, futuras madrinhas da bebé. Nenhuma delas é mãe mas eu precisava de ir desabafando com alguém e elas costumam ser o meu saco de boxe.

Quando cheguei ao segundo trimestre, a minha mãe queria contar a toda a gente e o Luís aos amigos. Eu não queria. Sabem que mais? Não queria palpites. Na altura li um livro que não sei se me fez bem ou mal, mas influenciou-me muito. Fala sobre a culpa na maternidade: “A culpa não é sempre da mãe” de Sónia Morais Santos do blog “cocó na fralda”. 
 
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Lá deixei que a minha mãe contasse aos meus tios, que só me querem bem. O Luís contou aos amigos.
A partir daí só soube gente que notou ou que tinha de ser. Também não havia necessidade de mentir.
O primeiro foi o meu chefe. Ainda no primeiro trimestre, um dia senti-me mal e tive de ir para casa. Tive que lhe dar uma explicação. Ele é-me bastante querido. E guardou bem o segredo.

Depois outros amigos muito próximos apanharam-me no Ikea a comprar o berço. Fui ao batizado do filho de outros e no meio da conversa disse: - Já estou.

No trabalho, contei a alguns colegas da mesma geração para me ajudarem a evitar fazer noites. Outros ficaram a saber quando recusei ir para o bloco em cirurgias com radiação. Contei ainda ao meu antigo orientador antes que se notasse. Uma ou outra pessoa apanharam-me a sentir-me mal porque no segundo trimestre andava sempre hipotensa. Só sabia quem tinha mesmo de saber. 
Só quase no final do segundo trimestre é que deixou de dar para esconder. Eu sou magra e bastava usar T-shirts largas. A roupa do hospital era maravilhosa. As fardas nunca nos estão bem, sempre larguíssimas. E a bata por cima, desapertada, ainda disfarçava melhor. Nessa altura quis deixar de fazer noites oficialmente porque estava a começar a custar-me muito fazer 24h. Cheguei de férias depois de duas semanas e notou-se alguma diferença. Aí tentei antecipar-me e contar às pessoas com significado que ainda não sabiam. Escaparam-me duas, uma delas ainda deve estar chateada. 
A minha postura não foi convencional e eu sei que a maioria das pessoas só me quer bem pelo que poderiam ter sabido. Algumas até ficaram envergonhadas por não notar, principalmente no trabalho. Que médico ou enfermeiro não repara que uma mulher está grávida de 6 meses? Coitados, não tiveram qualquer culpa. A minha fisionomia, a barriga até então não muito grande e a minha vontade de ser discreta é que foram favoráveis.

 

13
Mai18

O mistério do comboio azul - Agatha Christie

Bárbara

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Sinopse pela editora ASA:

“Ruth recebe do pai, um milionário americano, uma extraordinária jóia que encerra "um rasto de tragédia e violência". Embora seja avisada de que não deve transportá-la para fora do país, Ruth decide levá-la consigo quando parte para Nice a bordo do famoso Comboio Azul. A notícia do seu assassinato será para todos um imenso choque... e mais um desafio para Hercule Poirot.”

 

Tenho tentado participar no projecto “365 dias com Poirot e Marple” do blog The Daily Miacis. Este foi o terceiro livro que li mas já lá vão 10.

 

Como em “O assassinato de Roger Ackroyd”, Poirot não está no seu ambiente habitual e com o companheiro Hastings. Isso desperta-me algum interesse e, neste caso, gostei muito da companheira Miss Grey. A sua história paralela e o despertar do romance teve alguma piada, sem perder o foco na resolução do assassinato.

No entanto, o mistério em si não foi o melhor porque antevi grande parte da resolução e isso num policial faz-me logo baixar a pontuação, 3/5.

12
Mai18

Book haul - promoção da Wook do dia da mulher

Bárbara

Tenho 60 livros/séries para ler nas estantes, o que só vai acontecer daqui a algum tempo, porque com a bebé é muito difícil fácil ler livros físicos.

Ainda assim, a promoção do dia da mulher da Wook entusiasmou-me. Ofereciam um vale de 100% do valor da compra. Parece óptimo porque daria um desconto de 50% no total. No entanto, não tinha reparado que o vale só podia ser usado em 50% da compra, ou seja, o desconto final era só de 33%. Por vezes apanha-se descontos de 50% o que é bastante melhor, mas raramente se pode usar em livros novos e neste caso pude, por isso não fiquei a perder.

 

Comprei estes no dia:

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E estes com o vale:

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Acham que exagerei? 😂 E não estão aqui os ebooks... Ao menos esses são mais prováveis de servidos a curto prazo.

Ainda por cima tinha assumido o projeto de 5 em 5 da Cláudia do blog e canal “A mulher que ama livros” que acho que vou passar de 5 para 3 para ser mais realista como a Raquel do blog e canal “So happy with less”.

Alguns destes livros já estão lidos mas queria a cópia física, outros são para a bebé e ainda outros pertencem a séries já começadas, por isso não contam realmente.  🤣 Na realidade sou uma batoteira.

09
Mai18

Gravidez - primeiro trimestre

Bárbara

Já vos contei como descobri a gravidez noutro post.

 

O momento mais emocionante da gravidez foi a primeira ecografia em que ouvimos o coraçãozinho a bater. No entanto, foi mais para o Luís que para mim. Graças à terrível sina de ser médica, antevi o que ia acontecer e perdeu algum impacto. De qualquer forma, foi muito bom confirmar a gravidez.

Fiquei um pouco desiludida quando ela disse: - É só um embrião. Na minha família há muitos gémeos e tinha alguma esperança. À posteriori, cruzes credo. Se ter um bebé já é difícil, dois deve ser de cortar os pulsos.

 

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Eu passei um óptimo primeiro trimestre.

Praticamente não tive enjoo. O pouco que tive passava a comer.

Sono tinha mas não mais do que habitual porque tenho um distúrbio do sono, hipersónia ideopática. Só houve um dia em que me senti tão cansada que tive de ir para casa. Foi assim que contei ao meu chefe, bem antes das 12 semanas. Tive de explicar a razão... Para mim não fazia qualquer sentido mentir, só pedi que ele guardasse segredo.

As minhas noites começaram a ser logo interrompidas porque tinha sempre de urinar a meio da noite como se já tivesse um bebé enorme a comprimir a bexiga.

Tinha tanta sede que parecia que estava no deserto.

As mamas começaram a doer bastante. Doíam mais do que no início da amamentação.

Não tive desejos. Não aumentei de peso apesar de ter muita fome.

 

 Tive uma postura um pouco diferente da convencional sobre contar a notícia mas deixarei isso para outro post.

 

Fui logo preparando o quarto, ao contrário do habitual, mas também falarei disso noutro post.

 

A Bones ficou logo diferente. Ela já sabia que eu estava grávida ainda não tinha eu feito o teste. Farei outro post sobre cães e gravidez.

 

 

07
Mai18

Bones - a adopção

Bárbara

Quando eu e o Luís começamos a vida juntos, tínhamos uma diferença gigantesca. Eu tinha tido cães toda a vida e ele nunca. Eu adorava e ele tinha medo. Ao fim de algum tempo ele concordou que estava na altura de ter um.

Decidimos adorar por duas razões, ambas óbvias. O comércio de cães é um negócio muitas vezes cruel e há muitos cães abandonados a precisar de família.

A escolha recaiu em cadela porque são mais dóceis. Podia ser adulta que não nos fazia diferença.

 

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Um dia fomos à associação de cá de Viana, Vila Animal. A Bones saltou para o colo do Luís e ele não quis ver mais nenhuma. Na altura eu achei-a horrorosa e alertei para o facto de largar muito pelo. Mas foi amor à primeira vista e ele nem quis saber da asma. Veio para casa no mesmo dia.

Tinha sido abandonada no canil para abate pelos próprios donos porque iam mudar de casa. Grandes anormais... Ia acompanhada de um cão grande de quem tinha medo e que a atacava. Tinha marca de uma corrente no pescoço porque pelos vistos estava amarrada num quintal. Estava magríssima e recusava comer na associação. Tinha 8 kg e agora 14 kg. Só estava na associação há 3 dias porque a responsável foi ao canil e salvou-a.

 

 

06
Mai18

Música - Casa | Carolina Deslandes

Bárbara

Feliz dia da mãe a todas as mães!

Estou longe de achar que eu mereço qualquer tipo de comemoração mas a propósito deste dia, este CD parece-me uma óptima sugestão.

 

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A Carolina fala muito da sua vida e alma neste CD, como mãe e companheira.

Já tinha ouvido na rádio os 2 singles, um deles com o Rui Veloso, e mal saiu fui comprar.

Na era do digital, raramente compro CDs mas gosto de apoiar os artistas portugueses que aprecio.

05
Mai18

May the fourth be with you

Bárbara

Ontem foi o dia do Star Wars e eu deixei passar em branco. Shame on me!

 

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Já conheci o Star Wars tarde, quando andava na faculdade. Era uma daquelas tardes em que estava sozinha em casa sem nada para fazer e via os filmes ou ouvia os discos do meu pai. 

Nao sou grande fã de sci-fi mas quando gosto, agora. É o caso do Star Wars e do Doctor Who.

Partilho o gosto com o meu marido e já vimos vezes sem conta. 

Preparem-se que no fim do mês ha mais um.

02
Mai18

Séries - Scandal

Bárbara

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Ontem dissemos adeus ao Scandal.

Adorámos as primeiras temporadas. O jogo do poder era muito interessante. Ver que o presidente é só uma marioneta...

A personagem principal era fortíssima, uma mulher e negra. Espero que tenha tido impacto na sociedade americana que é tão sexista e racista.

Aquilo foi enrolando como todas as séries longas, mas a Shonda Rhimes soube manter o enredo interessante. Aquela constante mudança das personagens do lado bom para o mau e vice-versa, a mostrar que as circunstâncias manipulam as pessoas. Como a própria roteirista disse: o mau da fita era o poder.

Dela, mantemo-nos a ver a Anatomia de Grey da mesma produtora.  Desisti do “How to get away with murder” e do “Private practice”. Adorei o “The catch”. 

Entretanto, comprei o livro dela “O ano do sim” e estou ansiosa por ter tempo para o ler.

 

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